Está indo pro seu e-mail agora, inteiro — o Mapa do seu anjo, o salmo, a sua hora de guarda, o vídeo e as orações na minha voz.
Você não precisa de mais nada pra fazer o seu chamado hoje à noite.
Quando chegar a sua hora hoje, você vai chamar o seu anjo pelo nome. E aí você vai pedir.
E eu sei o que você vai pedir. Vai ser mais ou menos assim:
Você não pediu uma coisa ali em cima. Você pediu seis — todas juntas, numa respiração só.
E entre as seis tem uma. Uma só, que se resolvesse, mudava o resto. Você pensou nela agora, quando leu a lista.
Há quanto tempo você pede por ela? Um ano? Cinco? Desde antes do seu filho nascer?
Não é falta de fé. É excesso de aflição — e aflição espalha o pedido.
E não fui eu que inventei. Está escrito, e você conhece.
“Se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: passa daqui para acolá, e ele passará. E nada vos será impossível.”
Mateus 17, 20Repara no que Ele não disse.
Não disse fé do tamanho de um monte. Disse do tamanho de um grão — a menor das sementes.
O que move o monte não é o tamanho da fé. É o tamanho do que você planta.
Não é uma oração. É um protocolo de vinte e um dias pra você escolher um pedido — o que mais importa — e plantar ele dentro da sua hora de guarda.
São duas coisas diferentes,
e uma se faz dentro da outra.
Plantar sem saber chamar não pega.
Primeiro você aprende a abrir, a chamar pelo nome, a dizer o salmo e a fechar — isso é o Ritual, e é o que você já tem. Só depois faz sentido escolher um pedido e plantar.
Quem começa plantando, planta no chão errado.
Trinta dias — os mesmos do seu Ritual.
Plantou, regou, e ao fim de trinta dias não sentiu nada acontecer?
Me escreve, e eu devolvo. Sem justificar nada.
Você já sabe.
Você pensou nela lá em cima, quando leu a lista. E você pensou nela de novo agora.